Você sabe quem é Barack Hussein Obama?


Official photographic portrait of US President...

Fonte: Documentário 2016 Obama’s America, de Dinesh D’Souza

Esses dias eu estava conversando com uma pessoa e eu disse a ela que considerava o presidente Obama uma farsa. Ela riu e achou um absurdo meu posicionamento. Eu entendo perfeitamente, pois a maioria das pessoas não sabe quase nada a respeito do presidente dos Estados Unidos, exceto o que é mostrado pela mídia americana e brasileira, ambas esquerdistas, farsantes e manipuladoras até a medula. O que chega por meio da imprensa mundial é pró-Obama: ele é retratado como um semideus, o salvador, o redentor, o líder carismático.

Mas quem é Obama? Qual é seu passado? Quem são seus mentores? Quais são seus planos para os Estados Unidos e para o mundo? Quais são seus modelos de conduta?

Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos vindo do nada, era um desconhecido. Foi eleito com base numa promessa, com base na esperança e slogans bonitinhos “Yes, we can”, “Change” e “Hope”.

Durante seu primeiro mandado, ele tomou decisões muito estranhas:

Um dos seus primeiros atos foi devolver um busto de Winston Churchill, presente dos britânicos. Churchill liderou a Grã Bretanha durante a II Guerra Mundial, ajudando a defender o mundo dos nazistas.

Ele defendeu a Argentina, ao invés da Inglaterra, na disputa pelas Ilhas Malvinas.

Ele impediu o projeto do gasoduto Keystone, um projeto que geraria milhares de empregos em seu país. Ele impediu a prospecção de petróleo em solo americano, ao mesmo tempo em que deu bilhões de dólares dos contribuintes americanos para o Brasil, Colômbia e México, para que estes países explorassem petróleo.

Ele aumentou o orçamento da NASA, porém ao invés de projetos espaciais, mudou o objetivo da agência espacial para se reconciliar com o mundo islâmico.

No Oriente Médio, ele usa força para parar o que ele chamou de genocídio na Líbia, mas se recusou a parar um genocídio ainda maior na Síria.

No Egito, ele apoiou os rebeldes que derrubaram Osni Mubarack, um aliado americano, ao mesmo tempo em que deixou de apoiar protestos a favor da democracia no Irã.

Ele impediu o Irã de conseguir armas nucleares, enquanto anunciou que vai reduzir o arsenal nuclear americano.

Ele tomou partido a favor dos Palestinos em negociações com Israel, mesmo Israel sendo um antigo aliado americano.

Por que ele tomou essas atitudes estranhas? Conhecendo a sua história, podemos ter as respostas.

Muitas respostas aparecem na autobiografia “Dreams from my father” (Sonhos de Meu Pai).

O pai de Obama, Barack Obama Sênior nasceu em 1934, no Quênia, África. Em 1954, ele se casou com Kezia Aoko, que deu luz ao filho Roy e a filha Auma. Em 1959, ele ganhou uma bolsa de estudos na Universidade do Havaí. Lá, com 23 anos de idade, ele conheceu uma menina de 17 anos de idade, Stanley Ann Dunham, em uma aula de língua russa. Esta viria a ser a mãe de Obama. Os dois se casaram em 02 de fevereiro de 1961. Ann não sabe que Barack Sênior é casado e que tem dois filhos no Quênia, com outra mulher. Em 04 de Agosto de 1961, Barack Obama II nasceu no Centro Médico Kapi’olani, em Honolulu, Havaí.

Cerca de um ano depois, Barack Sênior foi para a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, abandonando o jovem Barack e sua mãe, Ann. Em 1963, o Quênia se tornou independente da Grã Bretanha. Em 1964, Barack Sênior e Ann, se divorciaram oficialmente.

Enquanto estava em Harvard, em junho de 1964, Barack Sênior conheceu Ruth Beatrice Baker. Eles voltaram para o Quênia, onde ela deu a luz a dois filhos, Okoth e Opiyo.

Em 1968, existem registros de que Barack Sênior teve mais dois filhos com sua primeira esposa, Kezia. Esses filhos recebem os nomes Sampson e Bernard, respectivamente.

Em 1971, Barack Sênior visitou seu filho Obama, na época com 10 de idade, no Havaí. Essa foi a única vez que Obama Sênior realmente ficou algum tempo com seu filho, embora eles tivessem trocado correspondências por muitos anos antes. Barack Sênior morreu em 1982.

Obama escreveu em sua autobiografia “Sonhos de Meu Pai”:

“Havia apenas um problema: meu pai estava não estava comigo. E nada que minha mãe ou meus avós me diziam, poderia evitar esse fato incontestável. O que eles contavam não explicava por que ele havia me deixado. Eles não podiam descrever como poderia ter sido, se ele tivesse ficado.”

Dinesh, o diretor do documentário 2016 Obama’s America, entrevista o psicólogo Paul Vitz,pesquisador sobre a influência de pais ausentes em seus filhos. Paul Vitz diz que, pelo fato de a mãe de Obama sempre ter dito coisas favoráveis e positivas a respeito de seu pai, Obama acabou criando um modelo idealizado, apagando todos os defeitos, tornando o pai um modelo de conduta.

 Seguindo os passos de Obama

Obama, sua mãe e seu padrasto Lolo Soetoro, se mudam para Jacarta, na Indonésia. Lolo perdeu seu pai e seu irmão na Revolução da Indonésia. Os colonizadores holandeses queimaram a casa de Lolo, destruindo tudo e forçando sua mãe [de Obama] a vender todas as suas joias para comprar comida.

Obama descreve esta passagem em “Sonhos de meu pai”:

“Ela sabia que esta nova vida iria ser difícil. Antes de deixar o Havaí, ela tentou aprender tudo o que podia sobre a Indonésia, a história do colonialismo. Primeiro os holandeses, por mais de três séculos. Depois os japoneses, durante a guerra, buscando o controle sobre o petróleo, metais e madeira. A luta pela independência depois da guerra e o surgimento de um lutador pela liberdade chamado Sukarno, que foi o primeiro presidente do país. Ela estava preparada para a disenteria e a febre, os banhos de água fria, ter que urinar num buraco no chão, as quedas de energia a cada semana, o calor e os mosquitos. “

Lolo, padrasto de Obama, começou a trabalhar para uma empresa californiana estabelecida na indonésia e assim conseguiu recursos para mudar sua família para um bairro de população branca. Ele se alistou no exército indonésio para lutar contra os comunistas e a mãe de Obama, Ann se virou contra ele. Obama narra em sua autobiografia:

“Olhando para trás, eu não tenho certeza de que Lolo realmente compreendeu o que minha passou durante esses anos. O fato de ele trabalhar tão duro para prover a casa parecia aumentar ainda mais a distância entre eles. Às vezes eu ouvia ele e minha mãe discutindo no quarto, geralmente sobre a recusa dela em participar dos jantares patrocinados pela empresa onde ele trabalhava, onde empresários norte-americanos do Texas e Louisiana davam tapinhas nas costas de Lolo, contando das propinas que eles tinham pago para conseguir direitos de perfuração, enquanto suas esposas se queixavam à minha mãe sobre a má qualidade das empregadas domésticas indonésias.

Ele dizia para minha mãe que seria esquisito ir aos eventos sem ela e que eles eram seus compatriotas[dela]. Então minha mãe elevava a voz, quase num grito ‘Eles não são o meus compatriotas!’

Ela tinha apenas um aliado em tudo isso, que era a distante autoridade de meu pai, Cada vez mais, ela iria lembrar-me de sua história, de como ele havia crescido pobre em um país pobre, em um continente pobre, de como sua vida tinha sido difícil, mais difícil do que qualquer coisa que Lolo havia conhecido.

Ele [pai de Obama] não iria ‘pegar atalhos’ ou aceitar ‘o jeito mais fácil’. Ele era diligente e honesto, não importando o custo. Ele tinha levado sua vida de acordo com os seus princípios, o que exigia um tipo diferente de resistência, que exigiam uma forma superior de energia.

Eu iria seguir o seu exemplo, minha mãe decidiu. Eu não tinha escolha. Era hereditário”.

Ann decidiu separar Obama de Lolo e o mandou para viver com seus avós no Havaí. Durante sua estadia lá, Obama viveu em contato com a ideologia anticolonialista e revolucionária. Obama escreveu sobre o Havaí:

“A horrível conquista dos nativos havaianos através de tratados descumpridos e doenças incapacitantes, trazidas pelos missionários; a exploração do rico solo vulcânico por empresas americanas, para a plantação de cana e abacaxi, a exploração de mão-de-obra japonesa, chinesa e de imigrantes filipinos, de sol a sol. Tudo isto era história recente.”

O avô de Barack arranjou para ser mentor do jovem Obama, um jornalista e poeta comunista chamado Frank Marshall Davis. Ele e Obama foram muito próximos, até que Obama fosse para a Universidade.

De acordo com Paul Kengor, historiador que estuda sobre a Guerra Fria e autor do livro “O Comunista: Frank Marshall Davis”, Obama menciona Frank 22 vezes em sua autobiografia “Sonhos de meu Pai”. Frank foi uma figura controversa e criou o jornal “Chicago Star”, em 1940, uma publicação do Partido Comunista, além de escrever para outras publicações. Depois de dois anos escrevendo para o “Chicago Star”, ele se mudou para Honolulu, no Havaí, e começou a escrever para o jornal “Honolulu Record”. Em seus artigos, ele era fortemente antiamericano e ridicularizava o american way (valores americanos). Stanley Dunham, o avô de Obama também era esquerdista. Segundo Paul Kengor, Obama lembra de quando seu avô e Frank Marshall Davis ficavam bêbados, passando horas juntos. O avô de Obama viu em Frank Marshall Davis um mentor, um modelo de conduta para Obama.

Paul Kengor afirma que Frank Marshal Davis era considerado uma ameaça pelo FBI americano e foi classificado como perigoso, na Lista de Segurança do Governo Federal (Federal Government’s Security Index). Isto significa que ele era um perigo potencial e que, no caso de haver uma guerra entre EUA e URSS, Frank Marshall Davis seria imediatamente preso. Frank Marshall Davis é afiliado ao Partido Comunista dos EUA, sob o número de inscrição 47544.

Esse tipo de informação você não vai ver nos jornais americanos e brasileiros, por razões óbvias. Esse tipo de informação é sistematicamente filtrado pela grande mídia, pois ninguém pode saber, dentre outras coisas, que o presidente da maior nação ocidental foi pupilo de um comunista radical acompanhado de perto pelo FBI.

Auma , irmã de Obama, o visita e conta que o pai é bem diferente do que é idealizado por ele. Ela conta que Barack Sênior era alcoólatra, que batia na esposa, que se envolvia em acidentes de carro dirigindo bêbado, havendo certa vez matado um homem num destes acidentes. Em outro acidente, ele se machuca tanto que têm suas duas pernas amputadas. Ela conta que Barack Sênior entra no quarto de Auma durante a noite, gritando que o mundo lhe traiu. Obama escreveu:

“Eu senti como se meu mundo tivesse sido transformado em minha cabeça, como se eu tivesse acordado para encontrar um sol azul em um céu amarelo ou ouvir animais falando como homens. E pensar que toda a minha vida eu estava lutando com nada mais do que um fantasma.”

Obama tem um meio-irmão, chamado George Obama, que vive num casebre em Nairobi. George Obama conta que conheceu seu irmão quando era criança aos 5 ou 6 anos de idade. “Nós conversamos por alguns minutos, apertamos as mãos e ele partiu. Eu estava surpreso com esse cara ‘meio negro, meio branco’. Ele é meu irmão.”

Durante um discurso, Obama usou a história de Caim e Abel, e disse que ele cuidava de seus irmãos. Neste caso, obviamente ele não cuida, pois seu irmão vive numa maloca miserável. A razão disto provavelmente seja o posicionamento político de George Obama. Em 2010 ele escreveu um livro no qual ele escreve “Eu não acho que o colonialismo seja responsável pelo sofrimento e a pobreza no Quênia. Por volta do ano que ocorreu a independência, Quênia podia ser comparado economicamente com a Malásia e Singapura. Nós estávamos no mesmo patamar de desenvolvimento. Veja onde estamos agora e aonde eles chegaram: eles são desenvolvidos e industrializados, enquanto o Quênia está na lata de lixo.”

Ainda neste mesmo livro George Obama fala sobre a África do Sul: “Veja a África do Sul. Eles estiveram sob o domínio dos brancos até os anos 90 e veja onde eles estão agora. Eles são praticamente uma nação desenvolvida. Quem está melhor? Nós, que expulsamos os britânicos ou os sul africanos? Quem sabe se os brancos ficassem mais um pouco nós não estaríamos onde os sul africanos estão hoje?

A morte de Barack Sênior, pai de Obama

Barack conta em sua autobiografia que recebeu uma ligação de sua tia Jane, que morava em Nairóbi. Ela contou que seu pai havia morrido em um acidente de carro, em 24 de novembro de 1982. Obama vai ao Quênia. Sobre isso ele escreveu:

“Como explicar as emoções daquele dia? Eu posso lembrar cada momento em minha mente, quase que quadro a quadro. Não foi simples alegria que eu senti em cada um desses momentos. Pelo contrário, era uma sensação que tudo o que eu estava fazendo, cada toque, respiração e palavra carregavam o peso total da minha vida, que um círculo estava começando a fechar, para que eu pudesse finalmente me reconhecer como eu era, aqui, agora, em um só lugar.

Por muito tempo, eu estava sentado entre as duas sepulturas e chorei. Quando minhas lágrimas finalmente acabaram, senti uma aura de calma sobre mim. Eu senti o círculo finalmente fechar. Eu percebi que quem eu era, o que me preocupava já não era apenas uma questão de inteligência ou obrigação. Já não era uma construção de palavras.

Eu vi que a minha vida na América, a vida ‘branca’, a vida ‘negra’, a sensação de abandono que eu senti quando era menino, a frustração e esperança que eu havia testemunhado em Chicago, tudo isso foi conectado com este pequeno pedaço de terra, a um oceano de distância, ligado por mais do que uma mera conexão do meu nome, ou a cor da minha pele.

A dor que eu sentia foi a mesma dor de meu pai. Minhas perguntas foram as mesmas perguntas dos meus irmãos. Sua luta era meu direito de nascença”.

Neste momento talvez Obama tenha se reconciliado com seu pai. Ele resolve não ser igual seu pai, porém levar seu sonho [de seu pai] adiante. Onde o pai falhou, ele iria obter sucesso. Fazendo isso, quem sabe ele possa tornar-se merecedor do amor de seu pai, o amor que ele nunca teve.

A visão política de Barack Sênior

Em Nairóbi, Philip Ochieng, um proeminente escritor e editor do jornal “The Nation” foi amigo próximo de Barack Sênior a vida inteira. Em entrevista a Dinhesh, ele afirma que sua geração (e consequentemente a de Barack Sênior) era totalmente anticolonialista. Apesar de terem estudado nos EUA, ambos tornaram-se radicais de esquerda. Eles acreditavam que o Ocidente roubou as riquezas das colônias. Eles acreditavam que o problema no Oriente Médio é simplesmente petróleo e achavam que o papel dos Estados Unidos é segurar Israel, que não passa de um cavalo de Tróia no Oriente Médio. Ele acredita que os EUA substituíram o papel da Europa, transformando-se num neo colonizador de escala mundial.

Bom, os Estados Unidos começaram como uma nação anticolonizadora e tornaram-se independentes dos britânicos. Porém o anticolonialismo de Barack Sênior e de Philip Ochieng começou no século 20, no Terceiro Mundo. Foi uma reação contra os militares, missionários e comerciantes ocidentais. Consequentemente, este tipo de anticolonialismo se tornou anticapitalista, anticristão e antiamericano. Eles veem os países ricos ficarem mais ricos, porém não em decorrência de tecnologia, invenções, trabalho duro, inovação, indústria, mas em decorrência da invasão, ocupação e pilhagem dos países pobres.

Sobre esse mesmo assunto, em 1965 Barack Obama Sênior publicou um artigo no “East Africa Journal”, no qual fazia a seguinte pergunta: “O que um país faz quando se tem poderosas concentrações de riqueza no topo?” Eles fez duas proposições:     “Primeiro, você tem que usar o poder estatal para controlar e regular a iniciativa privada. E, em segundo lugar, há que se aumentar a tributação. (…) Teoricamente, não há nada que impeça o governo de taxar 100% da renda, para que o povo se beneficie do governo, proporcionalmente ao quanto foi cobrado de tributos.”

Para os brasileiros essa estratégia maldita é uma realidade. Será que é a essa ideia que o presidente Obama se refere quando ele diz para os americanos “pagarem sua porção justa”?

Esse não é o anticolonialismo de Washington, Jefferson e Franklin. Todos os países que tentaram implementar a receita desgraçada do coletivismo, comunismo e socialismo falharam miseravelmente, como a História e a prática ensinam. A Europa está endividada até o pescoço graças ao wellfare state socialista. O Brasil é ainda pior, pois paga-se pesados tributos sem nenhuma contrapartida. A China só saiu do buraco quando adotou o capitalismo, ainda que este não tenha sido acompanhado das liberdades individuais do ocidente. O mesmo pode se dizer da Índia. Aqueles países que adotaram o capitalismo se deram muito bem: Coréia do Sul, Indonésia, Chile e outros.

Obama Júnior está vendo tudo de ponta cabeça. Ele está adotando o legado de seu pai, o coletivismo falido do Terceiro Mundo, mesmo quando alguns desses países demonstram que o capitalismo é a resposta.

Então como Obama, que tem uma visão política terceiro mundista, coletivista e fracassada consegue se eleger num país que sempre teve no capitalismo seu motor propulsor? Como ele conseguiu vender este lixo para os americanos?

Dinesh acredita que Obama, por ter vivido no meio do “mundo branco” e do “mundo negro” e ser conhecedor da história americana de divisão racial, ele se apresentou como uma redenção, um apaziguador entre esses dois “mundos”. Obama seria uma unificação da sociedade americana que ultrapassasse o conceito de “raça” e ele sabia que as pessoas estavam projetando essa vontade de unificação nele (Obama). As pessoas querem poder dizer aos seus filhos e netos que votaram em Obama, que não são racistas. E quantas chances parecidas com esta aparecem na História?

A razão pela qual ele está na Casa Branca é sua cor. Minorias, quando entram no mainstream americano, usam máscaras que acreditam lhe trazer alguma vantagem. Barganha política é uma destas máscaras, desafiar o mainstream é a outra.

Por barganha, entende-se o seguinte: Obama diz aos brancos americanos “Eu vou lhe dar o benefício da dúvida. Eu vou presumir que você não é racista. Se eu não usar a questão racial contra você, você não usa contra mim. Chame isso de troca de favores.” E Obama sabia que ele tinha esse poder e esse talento em mãos. Obama escreveu:

“Um truque que aprendi é que as pessoas ficam satisfeitas, desde que você seja cortês, sorria e não faça movimentos bruscos. Elas ficam mais do que satisfeitas, elas ficam aliviadas. É uma surpresa tão agradável encontrar um jovem negro bem-educado, que não pareça estar com raiva de tudo o tempo todo.”

Obama tem um talento natural para a barganha. Ele fala sobre sua autobiografia e percebe que os brancos gostam dele pelo fato de ele não ser um negro que está com raiva o tempo inteiro. Eles provavelmente vão apoiá-lo ainda mais do que fariam com outra pessoa. Obama descobriu, desde sua infância, que essa estratégia funciona muito bem na sociedade americana.

Outros negros americanos já tentaram concorrer à presidência americana no passado, tal como Jesse Jackson. Muitas das lideranças de Direitos Civis são formadas por negros que subiram ao mainstream americano. A diferença é que eles dizem “Eu vou presumir que você é racista, olhe para a História americana, era racista e ainda é e eu vou presumir que você racista”. Pessoas que são assim desafiadoras se dão bem dentro de instituições, mas nunca se dariam bem numa corrida à presidência. Al Sharpton também é um exemplo de liderança negra que tentou a presidência usando a estratégia da confrontação, porém nenhum deles foi longe, pois os brancos americanos se sentiram ameaçados por eles.

Obama foi eleito impulsionado pelo voto “racial”. Ninguém mais conseguiria ser presidente apenas dois anos após de fazer parte do Poder Legislativo de Illinois. Os americanos não o conheciam e não queriam conhecê-lo. E ele sabia disso também.

Ainda assim, Obama precisou ocultar muitas coisas de seu passado. Ele tinha que esconder quem foram seus MENTORES E CONSELHEIROS:

1)      FRANK MARSHALL DAVIS, membro do Partido Comunista Americano;

2)      BILL AYERS, amigo de Obama dos tempos de Chicago, que tem algo em comum com Osama Bin Laden: ambos planejaram um atentado contra o Pentágono. Ayers explodiu uma Delegacia de Polícia em Nova Iorque e explodiu  também o Capitólio Americano. Ayers faz parte de um grupo terrorista chamado Weather Underground. Obama e Ayers se conheceram em 1995 e ambos serviram no Annemberg Challenge e também como diretores do Woods Fund. Ayers foi angariador de fundos para a campanha na eleição de Senador do candidato Obama;

3)      EDWARD SAID, professor na Universidade de Colúmbia, é um feroz crítico de Israel e ex-representante da OLP (Organização pela Libertação da Palestina). Obama manteve contato com Said até sua morte e Obama compareceu a um encontro para levantar dinheiro para a Palestina, em Chicago, evento no qual Said era o orador principal;

4)      ROBERTO MANGABEIRA UNGER, professor de Direito em Harvard, comunista brasileiro. Obama teve várias aulas com Mangabeira e os dois mantiveram contato próximo até a eleição presidencial. Em entrevista concedida por Mangabeira em 2008, ele disse: “Eu sou esquerdista por convicção e por temperamento, um revolucionário. Qualquer associação entre mim e Barack Obama no decurso da campanha só poderia fazer mal [a Obama]”;

5)      JEREMIAH WRIGHT, que foi o Pastor de Obama por 20 anos. Ele casou Obama e Michelle, batizou seus filhos e foi algo como um pai substituto para Obama. Durante a campanha presidencial, alguns sermões de Wright apareceram na mídia apresentando uma ameaça grave à imagem cuidadosamente construída por Obama junto ao eleitorado.  O que a mídia fez para salvar Obama foi apresentar Wright como um maluco radical. No entanto, ele não é um maluco. Ele é o representante mundial da Teologia da Libertação no Terceiro Mundo, movimento que visa destruir a Igreja Católica por dentro com ideias comunistas. Sobre Teologia da Libertação, aconselho ver os seguintes vídeos, publicados no Blog Esquerdopatia. Wright diz que os Estados Unidos têm que ser “amaldiçoados por Deus”, por serem a nação maldita do mundo. Por pouco a verdadeira face de Obama não foi exposta e, de acordo com Wright, ele foi subornado com US$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil dólares) para ficar quieto. E, quando isso não funcionou, Obama em pessoa foi conversar com ele para que garantir seu silêncio.

Obama conseguiu varrer a sujeira para baixo do tapete. Ele conseguiu que o Partido Democrático trocasse Hillary Clinton por ele, um desconhecido. Obama, cuja vida é moldada pelo fantasma de seu pai, cujas ideologias são estranhas e repugnantes ao que o povo americano acredita é agora presidente dos EUA. Incrível.

Desde que assumiu a presidência dos Estados Unidos em 2009, a mudança (Change, um dos slogans de Obama) realmente chegou. Porém, as mudanças de Obama transcendem as diferenças entre Democratas e Republicanos e refletem algo diferente. Algo diferente do pensamento americano tradicional. Só por meio dos sonhos anticolonialistas do pai de Obama, podemos entender as ações do filho.

Agora podemos entender porque ele devolveu o busto de Winston Churchill, presente da Inglaterra.

Seu anticolonialismo fez com que a NASA, antes orgulho americano por causa de suas conquistas, se transformasse em relações públicas com o mundo islâmico.

Seu anticolonialismo fez que ele pressionasse a Inglaterra para devolver as Ilhas Malvinas (Ilhas Falkland).

Seu anticolonialismo fez que Obama impedisse o projeto do gasoduto Keystone, um projeto que geraria milhares de empregos em seu país. Ele impediu a prospecção de petróleo em solo americano, ao mesmo tempo em que deu bilhões de dólares dos contribuintes americanos para o Brasil, Colômbia e México, para que estes países explorassem petróleo. Ele está enriquecendo os países que antes foram colônias, a expensas do dinheiro do “Império” americano.

Obama “presenteou” os EUA com o Healthcare, plano de saúde governamental. Este plano custa o equivalente a 17,3% do PIB americano. A “solução” de Obama foi fazer com que as maiores operadoras de plano de saúde se submetessem ao governo federal.

Agora podemos entender porque Obama não se importa de deixar seu irmão George morar numa favela em Nairóbi. George não reza segundo as regras de Obama Sênior, nem tem sua visão anticolonialista de mundo.

Quando Obama se refere aos 99% mais pobres e aos 1% mais ricos, ele não se refere apenas aos EUA, ele se refere ao mundo todo. Até mesmo os pobres americanos são ricos se comparados ao resto do mundo.

Se Obama parece simpático às causas jihadistas e aos terroristas islâmicos capturados no Afeganistão ou no Iraque, querendo fechar a prisão de Guantânamo, dando aos terroristas direitos constitucionais, nós agora sabemos por quê. Ele vê essa ralé terrorista como anticolonialistas, lutadores pela liberdade. Como seu diria seu pai, os dominados estão expulsando os dominadores.

Agora não é mais estranho porque Obama apoia o movimento Ocuppy Wall Street tão fortemente.

No seu primeiro mandato vimos Obama começar a mudança na América. Porém, ele está longe do fim.

No fim do livro de Dinesh D’Souza, ele faz três previsões:

1)      Obama não vai fazer nada significante para impedir o Irã de obter armas nucleares. Ele não fez.

2)      Ele gastaria dinheiro público como se o déficit não fosse importante. Ele gastou.

3)      Se o clima político mudasse e ele fosse forçado a resolver o problema do déficit, ele reduziria o orçamento das forças armadas e aumentaria os tributos.

Essas projeções dão a Dinesh a confiança de prever como os EUA será em 2016, no fim do segundo mandato de Obama. Nós aprendemos bastante sobre Obama, portanto ainda não vimos o verdadeiro Obama, pois no seu primeiro mandato um presidente muitas vezes “esconde suas cartas”.

Em um vídeo disponível no canal Esquerdopatia no Youtube, Obama, achando que não estava sendo gravado, diz a Medvedev, enviado por Vladmir Putin, da Rússia “Esta é minha última eleição. Depois de ser eleito, eu terei mais flexibilidade”. Medvedev responde “Eu entendo. Eu vou transmitir esta informação ao Vladmir [Putin]”.

Dinesh entrevistou Daniel Pipes, um especialista em Oriente Médio. Daniel Pipes foi o único a alertar o mundo sobre o terrorismo islâmico, antes de 11 de setembro. Na opinião dele, “essa conduta dá uma pista dos objetivos de Obama. Depois da reeleição, Obama vai estar livre para fazer as mudanças que ele quer nos EUA, indo em direção ao socialismo e, no plano internacional, delimitar e restringir a presença e influência americanas.”

Durante o encontro no Nuclear Security Summit 2012, o Irã e a Coréia do Norte não compareceram. Os representantes de Obama disseram não se importar, pois o propósito do encontro era reduzir as armas nucleares da América e seus aliados. Quando Obama foi eleito presidente, a América tinha mais ou menos 5.000 (cinco mil) ogivas nucleares. Hoje, se acordo com o Tratado START, América vai reduzir suas ogivas para 1.500 (mil e quinhentas). Obama pediu ao Pentágono para analisar a redução para 300 (trezentas), sendo o objetivo final não ter nenhuma ogiva nuclear, tanto nos EUA quanto no mundo. O problema é que os inimigos do ocidente não estão reduzindo suas armas nucleares e Obama só pode reduzir as armas do ocidente, não tendo qualquer controle sobre os inimigos. Este é o suprassumo do sonho anticolonial: acabar com a superioridade nuclear americana.

Ainda de acordo com Daniel Pipes, “Obama não acha que a influência americana seja benigna, portanto ele não quer ver esta influência aumentar, o que é algo muito estranho para um presidente americano.” Quanto a Israel, Pipes diz que “Obama vê o estado de Israel como uma entidade horrível. Edward Said foi seu professor na Universidade de Colúmbia e era um líder anti-sionista. Rashid Khalidi era seu amigo em Chicago e era um importante professor, anti-Israel. Ali Abunimah, um blogueiro ativista de Chicago, muito mais diabólico do que os dois anteriormente mencionados, era também seu amigo Eu especulo que num segundo mandado, mais dessas ideias serão postas em prática. Se a América abandonar seu posto de defensora da liberdade, o ambiente mundial ficaria muito intolerável, haveria muito mais guerras, ideologias radicais seriam mais comuns e não haveria mais um poder grande o suficiente para segurá-los. Portanto, eu acho que o poder exercido pelos Estados Unidos é fundamental para todos os seres humanos. O Oriente Médio está se movimentando para longe dos EUA e indo para o lado do terrorismo islâmico. As forças mundiais que estão alinhadas com os EUA estão mais fracas. O cenário está mudando para pior.”

Os EUA estão fora do Iraque e do Afeganistão. Egito está deixando de ser um aliado para ser governado por radicais islâmicos. Líbia, Arábia Saudita e Jordânia estão seguindo o mesmo caminho. Não há qualquer bloqueio ao Irã para conseguir armas nucleares. Israel está isolada. O que estamos vendo é a transformação do Oriente Médio nos “Estados Unidos do Islã”.

O mundo pode ser bastante assustador em 2016, com Israel de joelhos, as defesas da América mais fracas, o mundo islâmico unificado, porém a América ainda continuaria sendo um país rico. Como Obama poderia mudar isto também? Como ele transformaria o mundo atual para um mundo pré-colonialista? Dinesh tem a resposta: “Dívida como arma de destruição em massa”. O que eram déficits anuais na época de Reagan, Bush pai e Bush filho, tornaram-se déficits mensais na administração de Obama. Vai chegar um ponto onde não haverá declínio e sim, colapso.

David Walker, Controlador Geral da União dos EUA diz que “esse colapso seria sentido no mundo inteiro. Não vai haver lugar para se esconder. A grande ameaça para o mundo é a irresponsabilidade fiscal americana. Nós [EUA] somos grandes graças ao fato de sermos a maior economia mundial. Porém, não continuaremos a ser grandes, a não ser que mantenhamos a economia forte. O fato é que quando alguém é seu credor, ele tem mais poder sobre você e você perde poder. Baseado na nossa política monetária atual é provável que vejamos colapso total, considerando apenas o governo federal, quando ultrapassarmos 20 trilhões de dólares, em 2016. Isso, levando em consideração que o déficit era de 5,6 trilhões no ano 2000. Apesar dos EUA serem ricos e terem grandes reservas, não somos exceção para a regra da prudência”.

Obama vai trazer soluções ou mais slogans? O tempo dirá.

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Sobre Esquerdopatia

Minha missão é abrir os olhos para o mal que vem tomando os corações e mentes do mundo, uma psicopatia grave chamada esquerda, socialismo, comunismo ou coletivismo e seus companheiros de viagem, quais sejam: feminismo, islamismo, gayzismo, globalismo, paganismo, ateísmo. Muitas mentes e almas já estão perdidas, tamanha a lavagem cerebral a que foram submetidas, e não vêem o mal, mesmo que este lhes estapeie a cara. Porém, algumas ainda tem salvação. Nestas que pretendo concentrar meus esforços. So help me God.
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21 respostas para Você sabe quem é Barack Hussein Obama?

  1. Narrenzunft disse:

    Ah claro, a mídia AMERICANA é esquerdista?
    Pior, a BRASILEIRA? No dia que a Globosta for esquerdista, vc escrevará alguma coisa que faça o mínimo sentido. Enquanto isso não acontece, vou deixar vc e suas paranóias conspiratórias esquizofrênicas em paz

  2. Pingback: Quem sou eu? Você consegue adivinhar? | Esquerdopatia

  3. Oi, Esquerdopatia! Parabéns pelo artigo, excelente! 🙂 Posso fazer só um adendo? Faltou referência a Saul Alinsky, outro grande mentor de Obama, autor do livro: “Rules for Radicals”…faltou também dizer que Obama teve, praticamente como único emprego, antes de entrar para a politica, o cargo de “agitador social” (conferir o nome eufemístico que usam para o cargo que ele tinha, que, no fim das contas era isso mesmo, que eu pus entre parênteses…). Faltou também falar que ele foi do Partido Socialista, antes de entrar para o Partido Democrata (que, para quem não sabe é o partido liberal, ou seja, a esquerda americana). Um grande abraço e que Deus o abençoe! Rodrigo

  4. Pingback: Reeleito, Obama põe em prática seus velhos hábitos de agitador comunista | Esquerdopatia

  5. JEAN RODRIGUES SILVA disse:

    Gostaria de mais informações sobre esse assunto: Obama e suas ligações com a esquerda. Inclusive gostaria de saber qual o papel Obama está tendo sobre a ONU que também parece-me estar seguindo um caminho de esquerdizar o mundo, inclusive com suas políticas gayzistas.

  6. Obama e como toda a América; Uma merda comunistóide-esquerdopata e idiotas sem cultura!

  7. JulianJulian disse:

    Pelo visto, o mundo está perdido para o COMUNISMO. Sugestão aos esquerdopatas de plantão: Fujam para as montanhas!!! Ou se matem logo de uma vez! Farão um grande favor à humanidade…

  8. Pingback: A farsa do século: ONU cobra da Igreja explicações sobre pedofilia | Esquerdopatia

  9. Leonardo disse:

    Sobre as orientações esquerdistas da ONU… Essa notícia não deixa dúvida, é “fresquinha” hehe, a ONU se apropriando da copa do mundo de futebol para lançar ofensivas socialistas no mundo inteiro.

    http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,onu-pede-a-atletas-gays-na-copa-que-revelem-orientacao-sexual,1512914

  10. maria de fatima alvarenga disse:

    Com a reaproximação com Cuba, ele provou isso! Parabéns pelo texto!

  11. Esquerdopatia disse:

    Obrigado, Maria de Fátima.

  12. Zé Pitaco disse:

    O povo americano na maioria idiota, elegeu também um idiota africano como presidente!

  13. Mendonça disse:

    Excelente a sua matéria! Apesar de, na época de sua primeira eleição para a presidência, ter tido conhecimento de que sua vida política anterior tenha sido praticamente nenhuma, e só isso, me perguntava, exatamente por quê ele tinha sido indicado e eleito pelo sempre suspeito (a meu ver) Partido Democrata.
    Uma das respostas que encontrei na época, foi pela necessidade de se apagar, ou atenuar a má imagem americana deixada pela desastrosa e impopular administração Bush.
    O fato de ser negro poderia ser interpretado como um sinal, até chocante ao mundo, de que a América havia mudado radicalmente.
    Mais tarde fui percebendo que não era só isso.
    Esse tipo de visão de mundo e estratégia de poder é o mesmo de todos os líderes de esquerda sul americanos que também, já se instalou por toda Europa.
    A imigração islâmica e e subsaariana, não passam de movimentos para desestabilizar o Capitalismo ocidental e os verdadeiros valores democráticos conquistados.
    Desde que presenciei, aos vinte e nove anos de idade (se não me engano) a adoção do voto de analfabetos no Brasil, induzi, apesar da pouca experiência, que grandes mudanças estavam em marcha. Para pior!

  14. Mendonça disse:

    Me parece óbvio e claro que a imprensa mundial não é de direita.
    Neste mundo polarizado, onde todo mundo “tem uma opinião formada sobre tudo”, responde a todas as perguntas com firmeza e “propridade” e sabe, praticamente tudo, me parece óbvio é natural, inferir que, em geral, quem não é de direita, tem imensas chances de ser de esquerda.
    Além do mais, pelas demonstradas falhas culturais e literárias das matérias jornalísticas, também se conclue que os níveis cultural e intelectual de quem as escreve, não são dos melhores.
    Sendo assim, confundir um assunto meramente intelectual com uma tomada de posição a respeito, totalmente emocional, é um pulo!
    Além do mais, a manipulação assustadora sobre os resultados da pesquisas de opinião nas últimas eleições norte americanas e o intenso noticiário demonizando o candidato conservador e de direita Trump e “canonizando” os inequivocos candidatos da esquerda, Hillary e Sanders, chegou ao grotesco!
    São conhecidas as repetidas declarações de donos de jornais e de jornalistas, de que a imprensa é, e deve ser por natureza, parcial e até partidária.
    Daí, concluir por uma opção pouco inteligente e parcial, vocação natural à todos os orgulhosos e soberbos pseudo intelectuais é, também natural, lógico é óbvio.

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