Reeleito, Obama põe em prática seus velhos hábitos de agitador comunista


De Mateus Vadum, da FrontPageMag.com
Janeiro, 22 de janeiro de 2013

Em sua última atitude, sem precedentes na história americana, o presidente Barack Obama anunciou que está convertendo seu aparato de campanha em uma campanha ostensiva e permanente destinada a promover a guerra de classes, a política radical.

O grupo OFA – Organizing for Action, que conta com isenção de impostos, irá “desempenhar um papel ativo” na “mobilização das pessoas e no suporte de leis importantes” durante o segundo mandato, disse Obama na semana passada.

Na mesma linha, em seu segundo discurso de posse ontem, Obama intimidou a oposição. Reforçando o seu antigo lema de “distribuir a riqueza”, o presidente têm intimidado pessoas bem sucedidas, declarando que “nosso país não pode ter sucesso quando alguns poucos se dão muito bem enquanto a maioria se dá mal.”

Obama também deixou transparecer em seu breve (graças a Deus) discurso  que ele vai fazer de tudo ao seu alcance para tornar o governo ainda mais onipresente e maior.

Americanos, disse ele, “rejeitam a crença de que a América tem de escolher entre cuidar da geração que construiu este país ou investir na geração que irá construir o seu futuro.”

Agora, como um caudilho do Terceiro Mundo, Obama será capaz de exercer as suas políticas de dentro e de fora do governo por meio de seu exército bandido OFA.

OFA é uma versão menos violenta das camisas negras de Mussolini, das camisas marrons de Hitler, dos esquadrões de bandidos rasteiros apoiados pelo governo do venezuelano Hugo Chávez e de Fidel Castro, que perseguem e intimidam seus adversários internos.

Os integrantes da OFA trouxeram força para a luta recente em Wisconsin, estado fora de controle, dominado pelos sindicatos. OFA tem perseguido esquerdistas que Obama considera insuficientemente de esquerda, especialmente em estados com maioria democrata (esquerda americana) que tenham sido hesitantes sobre a questão do Obamacare (Gestão Federal do Sistema de Saúde ou Healthcare).

OFA também age na política estadual. Em 2009, interferiu em uma disputa eleitoral do no 23º distrito de Nova York, apoiando o vencedor democrata Scott Murphy contra o republicano Dede Scozzafava. A OFA também envolveu-se na disputa para governador da Virgínia, apoiando o esquerdista Creigh Deeds, que estava atrás na disputa contra o republicano Bob McDonnell.

OFA continuará o estilo de ação de Obama quando este era um comunity organizer, eufemismo para agitador comunista. Esta agitação anti-capitalista gira em torno do conceito nebuloso marxista de “justiça social.” Seu objetivo é fazer as pessoas ficarem com raiva, para que lutem pela mudança (Change, um dos slogans de Obama). Ele cria artificialmente pressão por gastos do governo em causas que os esquerdistas acharem convenientes.

Dar ao OFA o status de entidade sem fins lucrativos institucionaliza as brutais e violentas técnicas de Saul Alinsky, um dentre os vários mentores comunistas de Obama, para definir a estrutura político partidária da América.

Este tem sido objetivo de Obama.

“Podemos ter começado isto como um tiro no escuro na campanha presidencial de 2007, mas este objetivo sempre foi muito importante do que ganhar a eleição”, escreveu Obama em um e-mail para seus fãs na semana passada.

“Juntos, nós fizemos as nossas comunidades mais fortes, temos lutado por leis memoráveis e trouxemos mais pessoas do que nunca para o processo político”, escreveu ele. “Organizing for Action será um compromisso permanente com esta missão.”

OFA pretende transformar a agitação comunista em uma coisa “da moda” e integrar o mainstream. O grupo é um desdobramento da campanha do presidente presidencial de 2008, e seu nome é adaptado de Obama para a América (Obama For America) que era o nome da organização da campanha de Obama.

OFA não é, estritamente falando, um novo grupo. Depois da eleição de 2008, o grupo, que nesta época recebia o nome de Organização para a América (Organization for America), foi uma campanha que falsamente se passava por uma campanha de origem popular, executado pelo Comitê Nacional Democrata, que procurou reproduzir as técnicas de agitação comunista que Obama aprendeu de seu colega de Chicago, Saul Alinsky. OFA foi criado porque a Casa Branca não pode usar legalmente os 13 milhões de endereços de email que a campanha compilados em 2008.

Organizing for America não está sujeita à regulamentação que a Receita Federal americana exerce sobre entidades sem fins lucrativos, pois não tem estatuto jurídico independente fora do Comitê Nacional Democrata (DNC). Os dados financeiros do DNC revelarem pouco sobre a estrutura do grupo e do dia-a-dia das operações. Gastos do partido sobre o projeto OFA não são contabilizados separadamente em divulgações públicas, portanto, seu alcance real tem sido difícil de determinar.

A incorporação da OFA não vai levar a informações sobre os doadores do grupo, pois o OFA não é obrigado a divulgar estes dados. No entanto, o grupo vai ter de divulgar informações básicas sobre o seu orçamento e operações. Como o OFA não é uma pessoa jurídica, requisitos de divulgação pública não se aplicam a ela, tornando mais fácil para o DNC esconder suas atividades e quanto dinheiro estava sendo gasto em seus projetos.

O gerente de campanha de Obama de 2012, Jim Messina, se tornará o presidente nacional da OFA. O conselho de administração OFA incluirá David Plouffe , conselheiro de Obama, juntamente Stephanie Cutter e Gibbs Robert.

O diretor executivo operacional do OFA será Jon Carson. Carson, nascido em Wisconsin, não tem medo de sujar as mãos. Enquanto ele serviu como diretor de Relações Públicas da Casa Branca de Obama, Carson estava envolvido em um projeto para tornar mais fácil a vitória eleitoral dos democratas.

Na Casa Branca, ele se encontrou com o ex-procurador Estelle H. Rogers, atual diretor do Project Vote, da ACORN (Association of Community Organizations for Reform Now. A ACORN é um grupo esquerdista envolvido em uma série de escândalos, tais como utilização ilegal de dinheiro público, abuso de empregados, contratação ilegal, fraude nos registro de votação durante as eleições e intimidação de opositores. O objetivo deste encontro foi tornar mais fácil para os estrangeiros ilegais para votar. Project Vote é a unidade da rede ACORN em que o presidente Obama trabalhou em 1992, quando ele dirigia uma unidade “caça-votos” de sucesso em Illinois, o que ajudou a solidificar a sua reputação como um líder eficaz. O grupo vilipendia qualquer pessoa que ache que exigências de identificação de eleitores é uma boa ideia a chamando de racista e constantemente pressiona para tornar os documentos necessários para votar ainda mais flexíveis do que são agora.

Carson foi anteriormente chefe de gabinete do Conselho de Qualidade Ambiental da Casa Branca, tendo como seu superior hierárquico Van Jones. Jones, que se auto qualifica como comunista, foi forçado a sair em 2009, depois que foi revelado que ele assinou uma petição, acusando o presidente Bush de cumplicidade nos ataques dos terroristas islâmicos de 11 de setembro.

Antes de entrar para a administração, Carson foi Diretor Nacional da campanha de Obama de 2008. Ele também trabalhou na campanha presidencial de 2000 para Al Gore e serviu no Corpo de Paz em Honduras por dois anos, na construção de sistemas de água para as aldeias rurais.

OFA será “a maior rede popular na história da política”, diz Carson. Ela estará envolvida em “agitação nacional para pressionar Washington a agir no interesse dos americanos comuns” e “formar a próxima geração de agitadores para fazer esse trabalho, para que eles estejam prontos para assumir as lutas do futuro.”

Carson exorta apoiadores para recrutar mais pessoas e encorajá-las na luta para atingir as prioridades imediatas da OFA, que são “a reforma da imigração, a redução da violência causada por armas de fogo e o combate o equilíbrio do orçamento americano”.

Na sua encarnação anterior, a Organizing for Action nunca se esquivou da confrontação.

Quando eleitores indignados compareceram em massa nas reuniões da Câmara Municipal durante a batalha nacional sobre mudanças na lei de assistência médica (Healthcare, também chamado de “Obamacare”), a Organizing for America enviou e-mails em massa, atacando a boa fé dos adversários, o que por padrão agora virou uma tática de Obama na Casa Branca. Aqueles que questionaram a “sabedoria” de Obamacare não eram americanos que sinceramente não concordavam com o presidente, mas sim “terroristas de direita que estão subvertendo o processo democrático americano, levados a um frenesi pela propaganda da rede televisiva Fox,  incessantemente buscando a volta ao poder dos seus líderes traiçoeiros.”.

A institucionalização da Organização para Ação é mais uma má notícia para os conservadores, que em muitos aspectos parecem superados pelo ativismo de esquerda.

Como David Horowitz e Jacob Laksin demonstraram no livro “O Novo Leviatã” (The New Leviathan, publicado pela Random House, 2012),  “desde 2009, os ativos financeiros das 115 grandes fundações isentas de impostos da esquerda identificada por nossos pesquisadores somaram 104,56 bilhões dólares”, ou seja, 10 vezes mais que os ativos financeiros das 75 maiores fundações de direita.

Tradução: esquerdopatia

Sugestão de leitura:

Você sabe quem é Barack Hussein Obama?

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Sobre Esquerdopatia

Minha missão é abrir os olhos para o mal que vem tomando os corações e mentes do mundo, uma psicopatia grave chamada esquerda, socialismo, comunismo ou coletivismo e seus companheiros de viagem, quais sejam: feminismo, islamismo, gayzismo, globalismo, paganismo, ateísmo. Muitas mentes e almas já estão perdidas, tamanha a lavagem cerebral a que foram submetidas, e não vêem o mal, mesmo que este lhes estapeie a cara. Porém, algumas ainda tem salvação. Nestas que pretendo concentrar meus esforços. So help me God.
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5 respostas para Reeleito, Obama põe em prática seus velhos hábitos de agitador comunista

  1. Anônimo disse:

    Do jeito que as coisas andam, torço para que alguém com coragem e uma visão livre, mande esse farçante para outro mundo, antes que provoque maiores estragos!!!

  2. Pingback: A democracia americana na UTI! | Feedback Magazine

  3. julio cesar disse:

    realizações do comunismo pelo mundo
    1)estupro de 5.000.000 de mulheres pelos comunas(comunistas)
    2)assassinato de 100.000.000 de pessoas pelos comunistas
    só isso é o suficiente para mostrar que comunismo não presta

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