Saiba mais a respeito do Papa Francisco I


O Cardeal Jorge Mario Bergoglio, agora Papa Francisco I, tem a reputação de ser um homem muito espiritual e com talento para a liderança, fazendo seu trabalho  pastoral em uma região com o maior número de católicos do mundo.

Desde 1998, ele tem sido arcebispo de Buenos Aires, onde seu estilo é discreto e está sempre perto das pessoas.

Ele anda de ônibus, visita os pobres, vive em um apartamento simples e prepara suas próprias refeições. Para muitos, em Buenos Aires, ele é conhecido simplesmente como “Padre Jorge”.

Ele também criou novas paróquias, reestruturou os escritórios administrativos, liderou movimentos contra o aborto e começou a novos programas pastorais, como uma comissão para divorciados. Ele co-presidiu o Sínodo dos Bispos 2001 e foi eleito para o Conselho do Sínodo, sendo bem conhecido pelos bispos do mundo.

O cardeal também escreveu livros sobre espiritualidade e meditação, e tem sido uma voz contra o aborto, os casamentos homossexuais e a Teologia da Libertação.

Em 2010, quando a Argentina se tornou o primeiro país latino-americano a legalizar o casamento homossexual, o cardeal Bergoglio encorajadou o clero em todo o país para dizer aos  católicos que protestassem contra a legislação, porque, se aprovada, poderia “ferir gravemente a família”, disse ele.

Ele também disse que a adoção por casais do mesmo sexo resultaria em “privar (crianças) do crescimento humano, que Deus queria que lhes fosse dado por um pai e uma mãe.”

Em 2006, ele criticou uma proposta da Argentina para legalizar o aborto em certas circunstâncias, como parte de uma ampla reforma legal. Ele acusou o governo de falta de respeito pelos valores defendidos pela maioria dos argentinos e de tentar convencer a Igreja Católica “a ajudar em nossa defesa da dignidade da pessoa.”

Seu papel muitas vezes obriga-o a falar publicamente sobre os problemas econômicos, sociais e políticos que a Argentina enfrenta. Suas homilias e discursos estão cheios de referências ao fato de que todas as pessoas são irmãos e irmãs e que a Igreja eo país precisam fazer o que podem para se certificarem de que todos se sintam bem-vindos, respeitados e atendidos.

Embora não seja abertamente político, o cardeal Bergoglio não tentou esconder o impacto político e social da mensagem do Evangelho, especialmente em um país que ainda se recupera de uma grave crise económica. Ele tem mediado quase todos os conflitos sociais ou políticos na cidade e os novos sacerdotes são descritos como “a geração Bergoglio”. Nenhuma figura política ou social deixa de  solicitar suas opiniões.

Jorge Bergoglio nasceu em Buenos Aires, capital da Argentina, da cidade, 17 de dezembro de 1936. Ele estudou e recebeu o grau de mestre em química na Universidade de Buenos Aires mas depois decidiu se tornar um padre jesuíta e estudou no Seminário Jesuíta de Villa Devoto.

Ele estudou artes liberais, em Santiago, no Chile, e em 1960 formou-se em filosofia pela Universidade Católica de Buenos Aires. Entre 1964 e 1965 foi professor de literatura e psicologia no Colégio Inmaculada, na província de Santa Fé. Em 1966 ele ensinou os mesmos cursos, no prestigioso Colegio del Salvador, em Buenos Aires.

Em 1967, ele voltou aos seus estudos teológicos e foi ordenado sacerdote 13 de dezembro de 1969. Depois de sua profissão perpétua como um jesuíta, em 1973, tornou-se mestre de noviços no Seminário de Vila Barilari em San Miguel. Mais tarde, naquele mesmo ano, ele foi eleito superior da província jesuíta da Argentina.

Em 1980, ele retornou a San Miguel como um professor na escola jesuíta, um trabalho raramente aceito por um antigo superior provincial. Em maio de 1992, foi nomeado bispo auxiliar de Buenos Aires. Ele foi um dos três auxiliares e manteve um perfil discreto, passando a maior parte de seu tempo cuidando da Universidade Católica, aconselhando os sacerdotes, pregando e ouvindo confissões.

Em 3 de junho de 1997, ele foi nomeado Arcebispo Coadjutor. Ele foi empossado como o novo arcebispo de Buenos Aires 28 de fevereiro de 1998. Hoje, 13 de março de 2013, foi eleito o mais novo Papa, adotando o nome de Francisco I, em homenagem a São Francisco de Assis, um jesuíta.

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Sobre Esquerdopatia

Minha missão é abrir os olhos para o mal que vem tomando os corações e mentes do mundo, uma psicopatia grave chamada esquerda, socialismo, comunismo ou coletivismo e seus companheiros de viagem, quais sejam: feminismo, islamismo, gayzismo, globalismo, paganismo, ateísmo. Muitas mentes e almas já estão perdidas, tamanha a lavagem cerebral a que foram submetidas, e não vêem o mal, mesmo que este lhes estapeie a cara. Porém, algumas ainda tem salvação. Nestas que pretendo concentrar meus esforços. So help me God.
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Uma resposta para Saiba mais a respeito do Papa Francisco I

  1. Como cristão católico agradeço a Deus de ter dado a Nossa Igreja Católica Apostólica Romana um
    Papa como Francisco. São Francisco,rogais a Deus por nos.

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