O fim da Palestina


Israel tem a oportunidade de retomar sua nação

Escrito por Daniel Greenfiled
17 de fevereiro de 2017

Terroristas do Hamas

A Palestina era uma antiga fraude saudita-soviética que inventou uma falsa nacionalidade para os clãs árabes que invadiram e colonizaram Israel. Essa grande mentira transformou os terroristas esquerdistas e islâmicos por eles dirigidos em libertadores de uma nação imaginária. De repente, os esforços do bloco muçulmano e do bloco soviético para destruir o Estado judeu tornaram-se um empreendimento de subalternos assassinos simpáticos à causa.

Mas a mentira da Palestina está com sua validade vencida.

O que nós conhecemos como terrorismo “palestino” era um conflito de baixa intensidade levado a cabo pelos Estados socialistas árabes entre uma invasão e outra de Israel. Depois de várias guerras perdidas, o terrorismo era tudo o que restava. O Egito, a Síria e a URSS desistiram de tentar destruir Israel com tanques e jatos, pois financiar o terrorismo é mais barato e de baixo risco. E as recompensas eram desproporcionais ao custo.

Por menos do que o preço de um único caça a jato, terroristas islâmicos poderiam fazer seus ataques dentro do Estado de Israel e, ao mesmo tempo, isolar o Estado judaico internacionalmente com demandas de “negociações” e reconhecimento do  “Estado” palestino.

Depois do fim da guerra fria, a Rússia estava sem dinheiro e os financiadores muçulmanos da OLP (Organização para a Libertação da Palestina) estavam cansados de pagar pela coleção de sapatos e as contas da lavanderia da esposa de Arafat.

O grupo terrorista estava mal das pernas. “Palestina” era uma ilusão moribunda que não tinha muito futuro.

Foi então que Bill Clinton e o fracassado Partido Trabalhista israelense de esquerda, que, ao contrário do seu homólogo britânico, não conseguiram se adaptar ao novo boom econômico, decidiram resgatar Arafat e criar a “Palestina”.

O desastre terrorista resultante matou milhares, feriu duas gerações de israelenses, isolou o país e permitiu que Jerusalém, Tel Aviv e outras grandes cidades fossem atacadas pela primeira vez desde as grandes guerras. Não importava quantas vezes Israel fizesse concessões, o resultado era sempre mais terrorismo islâmico. Nada parecia tirar a “solução de dois Estados” [1] das costas de Israel. Destruir Israel, instantaneamente ou incrementalmente, sempre foi um pequeno preço a pagar pela manutenção da ordem internacional.

As mesmas forças econômicas que estavam transformando o mundo depois da Guerra Fria salvaram a “Palestina”. Arafat havia perdido seus patrocinadores em Moscou, mas o nome de seu mais novo financiador agora era o “Globalismo”.

A Guerra Fria foi o foco dos assuntos internacionais. O que a substituiu foi a convicção de que nasceria um novo mundo ligado pelo comércio internacional, a internet e o direito internacional.

As demandas de um clã em Hebron costumavam ser capazes de atrair a atenção do mundo porque o alcance do conflito entre capitalismo e comunismo poderia globalizar qualquer conflito local. O globalismo tomava os conflitos locais em assuntos de alcance mundial, através de sua insistência de que todos os países estavam conectados. O terrorista que explodiu uma pizzaria israelense afetou os preços das ações em Nova York, as perspectivas de expansão de uma empresa na China e o risco de outro ataque terrorista em Paris. Deste modo, a interconectividade destas ocorrências, desde o seqüestro de avião até a aliança internacional de movimentos de protesto globais, tornou-se a melhor arma dos terroristas islâmicos.

Mas agora o globalismo está morrendo. E sua morte pode levar a “Palestina” com ela.

Está surgindo uma nova geração de líderes que são abertamente hostis ao globalismo. Trump e o Brexit (saída da grã Bretanha da União Européia) foram as reprimendas mais vocais ao globalismo. Mas as pesquisas sugerem que elas não serão as únicas. Os EUA e o Reino Unido, vanguardas da ordem internacional no passado, agora têm governos que estão buscando competitivamente vantagens nacionais ao invés de se submeter às regras dadas pelas organizações globalistas.

Esses governos não deixarão de lado seu compromisso com um Estado palestino, pois a Arábia Saudita, o Qatar e inúmeros outros países muçulmanos ricos e poderosos trazem esse assunto à tona em cada sessão da ONU globalista.

Mas eles estarão menos comprometidos com isso.

45% dos americanos apóiam a criação de um Estado Palestino. 42% são contra. É quase uma divisão meio a meio. Estes números históricos têm de ser vistos dentro do contexto das mudanças ainda maiores que varrem o país.

Os globalistas acreditaram ativamente que era seu trabalho “resolver” os problemas de outros países. Os nacionalistas estão preocupados com a maneira como os problemas dos outros países os afetam diretamente, sem recorrer à interconexão mística de tudo, das mudanças climáticas à justiça global, coisas que formam o núcleo do da cosmovisão globalista.

Uma competição mais intensa por parte das nações ocidentais pode tornar mais fácil para as agendas islâmicas ganharem influência através do velho jogo de dividir para conquistar. As nações que enfrentam o terrorismo ainda acharão que a influência econômica do poder do petróleo islâmico reunirá os parceiros comerciais ocidentais do Islã contra eles.

Mas, sem o globalismo, estes esforços não passam de blá-blá-blá.

Os governos nacionalistas acharão a luta de Israel contra os invasores islâmicos inconveniente porque ameaça seus interesses comerciais, mas também estarão menos dispostos a subscrever a agenda terrorista da maneira que os governos transnacionais estavam dispostos a fazer. A eliminação da rede de segurança globalista também fará com que os governos nacionalistas fiquem mais atentos às conseqüências e aos resultados.

Torrar fortunas em um Estado palestino que nunca existirá apenas para manter os tiranos do petróleo muçulmano felizes, não é um comportamento inimaginável, mesmo para um governo nacionalista. O Japão tem feito exatamente isso.

No entanto, será uma abordagem menos popular para os países que não sofrem com a insegurança energética do Japão.

Os globalistas são ideologicamente incapazes de ver um problema como insolúvel. Sua fé no progresso humano através do direito internacional tornou impossível para eles desistir da solução de dois Estados.

Os governos nacionalistas têm uma visão mais fria e mais realista da natureza humana. Eles não vão consumir indefinidamente esforços e recursos em um buraco negro diplomático. Eles acabarão levando um “Não” de seus cidadãos como resposta.

Isso não significa alívio instantâneo para Israel. No entanto, significa que a saída está aí.

Durante duas décadas, prometer lealdade à solução de dois Estados e sua intenção de criar um estado de terror islâmico mortal dentro de Israel tem sido o preço exigido do Estado judeu pela sua participação na comunidade internacional. Esse preço não desaparecerá imediatamente. Mas será mais fácil negociar.

A verdadeira mudança ocorrerá no lado “palestino”, onde uma cleptocracia  terrorista incentiva a miséria humana, do conforto de suas mansões a favor de Ramallah. Esse estado de terror, concebido insinceramente pelos inimigos do Ocidente durante a Guerra Fria e sinceramente levado à existência por globalistas ocidentais após a Guerra Fria, acabou. O “Estado” palestino é uma criação globalista.

A “Autoridade Palestina”, uma testa-de-ferro da OLP, escrava dos terroristas da Fatah, não tem legitimidade reconhecida em fóruns internacionais, mas tem ajuda externa. Suas conquistas diplomáticas são alcançadas pela rede globalista de diplomatas estrangeiros, pela ONU, pelos meios de comunicação e por diversas ONGs internacionais. Durante a última rodada de “negociações”, o secretário de Estado John Kerry até tentou fazer a negociação em nome da Autoridade Palestina nas negociações com Israel.[2]

Ao perder a grana globalista, a “Autoridade”palestina vai precisar de um novo financiador. Os sauditas são melhores em prometer dinheiro do que realmente entregá-lo. A Rússia pode decidir assumir o cargo. Mas dificilmente irá dar a quantidade de dinheiro e os recursos que a “Autoridade” palestina está acostumada a receber dos globalistas.

Sem apoio americano significativo, a Autoridade Palestina perecerá. E a farsa vai acabar.

Não vai acontecer da noite para o dia. Mas Israel agora tem a capacidade de fazer isso acontecer se estiver disposto a assumir o risco de transformar um status quo corrosivo em um conflito que será mais explosivo no curto prazo, mas mais gerenciável no longo prazo.

O primeiro-ministro Netanyahu, em contraste com os rivais à esquerda como Peres e à direita como Sharon, não é um jogador. O processo de paz foi uma grande aposta. Assim como a retirada do Líbano e a expulsão de Gaza. Essas apostas falharam e deixaram cicatrizes e crises duradouras.

Ao contrário dos primeiros-ministros antes e depois dele, Netanyahu não fez grandes apostas. Em vez disso, ele serve como um administrador inteligente de uma economia em ascensão e de uma nação em crescimento. Ele ficou no cargo por tanto tempo porque os israelenses sabem que ele não vai fazer nada de louco. Essa mordomia sensata, que enfureceu Obama, que o acusou de se recusar a assumir riscos, tornou-o um dos líderes mais veteranos na história de Israel.

Netanyahu também é um ex-comandante que participou do resgate de um avião seqüestrado. Ele não acredita em tomar riscos tolos até que ele tenha o seu inimigo no alvo para um tiro certeiro. Mas a situação está chegando a um momento em que não tomar uma decisão arriscada será um risco ainda maior no futuro. Eventualmente ele terá que partir para a ação.

A nova onda nacionalista pode não se sustentar. O globalismo pode retornar. A nova onda pode ser mais escura e mais imprevisível. É até possível que algo ainda desconhecido possa tomar seu lugar.

O status quo, um fraco estado islâmico-socialista de terror em Ramallah, apoiado pelos Estados Unidos, um crescente estado de terror da Irmandade Muçulmana em Gaza apoiado pelo Qatar e Turquia e Israel usando o brilho tecnológico para gerenciar a ameaça de ambos, já é instável. Esta situação pode entrar em colapso em questão de anos.

A OLP infligiu uma grande quantidade de danos diplomáticos a Israel e o Hamas aterrorizou as suas principais cidades. Juntos, eles formam uma ameaça existencial que Israel permitiu crescer sob o pretexto de administrá-la. Os próximos anos podem deixar Israel com uma luta mais mortal e menos previsível.

“Palestina” está morrendo. Israel não a matou. A queda do globalismo a matou. A questão é saber o que vai tomar o seu lugar. Enquanto a onda de nacionalismo varre o ocidente, Israel tem a oportunidade de retomar sua Nação.

Fonte: FrontPage Mag

[1] Nota do editor: A solução de dois Estados é uma vigarice que tem por objetivo transformar parte de Israel em um Estado Palestino.

[2] Nota do editor: Por inacreditável que possa parecer, até mesmo Bergoglio, o picareta fantasiado de Papa, porta-voz globalista, esquerdista e islâmico que se infiltrou na da Santa Igreja Católica, defende que a palestina seja reconhecida como “Estado”.

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Sobre Esquerdopatia

Minha missão é abrir os olhos para o mal que vem tomando os corações e mentes do mundo, uma psicopatia grave chamada esquerda, socialismo, comunismo ou coletivismo e seus companheiros de viagem, quais sejam: feminismo, islamismo, gayzismo, globalismo, paganismo, ateísmo. Muitas mentes e almas já estão perdidas, tamanha a lavagem cerebral a que foram submetidas, e não vêem o mal, mesmo que este lhes estapeie a cara. Porém, algumas ainda tem salvação. Nestas que pretendo concentrar meus esforços. So help me God.
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